Não imaginei modo mais claro e bonito de como começar esta postagem, a não ser falando do amor mais puro e comum que existe. Um amor que é grandioso e ao mesmo tempo singelo. Um amor tão grandioso, que em meio a tantos amores existentes no mundo, ele só fica abaixo do amor de Deus. E que assim como o amor de Deus, ele é sem descriminação, hipocrisia, e sem fronteiras. E as fronteiras na qual me refiro não são apenas as fronteiras terrenas, e sim da divisão dos ‘mundos’, como o Céu e a Terra.
Esse amor na qual me refiro, é o amor de mãe. E esse amor já se inicia no primeiro dia de gestação, e só termina, e quando termina, no fim da união em milênios no mundo espiritual, porque a mãe que ama, nunca deixa de amar, independente da partida de seu filho. E é o mesmo para quem você realmente ama. Pois como já disse, o amor singelo ultrapassa fronteiras.
E é por eu acreditar fielmente na imensidão do amor, que digo: A ausência pode esconder lembranças muito antigas, mas nada apaga o amor, muito menos de um familiar ou de um laço forte terreno.
P.S. O amor de uma mãe, assim como o amor de Deus, não dura uma vida, e sim a eternidade.
Laís Santarelli

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